domingo, outubro 30, 2011

Nexus 6

Lembro-me de ocasiões na vida, esporadicas, em que ao lidar com externalidades me vi forçado a brandir uma espada invisivel com a mesma convicção de quem se agarra a uma bóia de salvação. Houve vezes em que tive uma espada feita de palavras aguçadas e atiradas como pedradas e outras vezes feita de papel e de caneta-baioneta, ou de bailados e bailinhos e estalos e rotativos e distribuição de distância para promover a segurança, para minha protecção, a inspiração e a confiança.
Pensar nesses momentos e aplica-los ao presente não me faz grande sentido, até porque hoje face à externalidade que me rodeia, sinto-me pequenino, e a espada tornou-se grande demais, arrasta-se embainhada, como um machado de guerra que se enterra com o cabo deixado de fora, já que a mudança da hora nem sempre coincide com a hora da mudança.
Por agora entretenho-me com Novembro que se adivinha inevitavel por antecipação, no ar frio da noite, e cada Novembro novo, cada dia, ou é uma benção ou um açoite, mas é sempre a mesma lição: Lutar, não desistir, adaptar e seguir em frente!

...All those moments
will be lost in time
like tears, in rain...
Time to die


0 passageiros clandestinos:

Chamar a hospedeira para Postar um comentário

<< Regressar ao cockpit