sexta-feira, outubro 14, 2011

O cair da moeda em todo o seu esplendor

Sinto-me distante de mim, de quem era e que hoje mal reconheço, na aparência fora de controlo e na intimidade a seguir um plano, premeditado e rigoroso, mas no qual não me revejo de todo, seja, e onde do fundo de mim algo me diz, em surdina, que talvez eu esteja a agir contra a minha natureza, contra o que acredito, porque eu sei que tenho sempre a opção de escolher outro caminho...
...mas como alimentar essa chama, suavemente, sem entrar em total conflito interior?

3 passageiros clandestinos:

Blogger Iris Restolho chamou a hospedeira e disse:

Podes sempre não alimentar... deixa-a, simplesmente, suavemente, extinguir-se.

4:02 da tarde  
Blogger Smootha chamou a hospedeira e disse:

Pensa que quando chegares ao final do teu plano, terás dado uma (ou várias) chapada(s) sem mão, uma lição de vida, de decência e de muito mais coisas.
E acima de tudo, que o facto de o teu "eu" estar à beira do conflito interior, significa que tens consciência de que precisas de tomar essa acção até ao final. Doa o que doer, custe o que custar, gozes o quanto te seja possível.

Bj

4:37 da tarde  
Anonymous Anónimo chamou a hospedeira e disse:

Não te conheço a ter problemas com conflitos interiores, mas sei que os exteriores resolves sempre bem.
Abraço matador

7:15 da tarde  

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