quarta-feira, maio 11, 2005

17:00 Horas

No seguimento do post anterior.

Hoje vou a um funeral.
Vou fazer por ser forte
para não chorar e tal...
para não perder o norte.

Levo a raiva escondida
Vou fingir que teve sorte
Na vida que lhe era querida
E na presença da morte

Não sei quem lá vou encontrar
São sangue da Alva mulher
Vou ter que me controlar
Para não lhes começar a bater

Como puderam fazer aquilo?
Só espero é que se afoguem
Em lágrimas de crocodilo
E que uma praga lhes roguem

Apeteceu-me escrever assim, hoje nem me apetecia postar... A quem possa interessar a minha ligação com a Dª Alva não passava muito além dos bons dias diários, mas a minha natureza é lixada e sem saber porquê acabo sempre por sentir na pele o sofrimento dos outros, sobretudo quando são martirizados.
Para encerrar este assunto, um cliché, uma música dedicada à Dª Alva, telefonista da empresa onde trabalho.

In a lifetime - CLANNAD (com a participação de Bono Vox)

Hard to tell
Or recognise a sign
To see me through
A warning sign

First the thunder
Satisfied, if the past will not lie
Then the storm
Torn asunder
The future you and I got blown away
In the storm

And as the rain it falls
Begin again, as the storm breaks through
Heavy in my heart
Believe the light in you
So the light shines in you
Without colour, faded and worn
Torn asunder in the storm

Unless the sound has faded from your soul
Unless it disappears

First the thunder
Selfish storm
Then the storm
Hold on the inside
Torn asunder

One life
In the storm
In a lifetime
In a lifetime

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