quinta-feira, dezembro 02, 2004

Versatilidade em Budapeste, num teclado sem acentos

Cada vez mais me surpreendo com a minha pessoa...



Sou capaz de accoes do maior altruismo e nobreza possiveis, e sou capaz das maiores tropelias que se possam imaginar, sou capaz de fazer a mesma pergunta 10 vezes sem reter a resposta, e sou capaz de ter tiradas de mestre surpreendentes, sou capaz de aguentar as maiores endurances e pressoes e vacilo ao menor sinal de adversidade, sou polivalente e sou limitado, sou magnanimo e sou vingativo, sou um amor e sou despresivel, sou o melhor amigo que se pode ter e sou o mais terrivel dos inimigos, sou brilhante e sou calao, sou trabalhador e sou preguisoso...



No meio desta amalgama do que sou e nao sou aparece uma situacao que me deixa perplexo, porque nao sou rancoroso, logo nao tenho verdadeiramente inimigos... e numa altura onde me empenho para promover a negaptividade (sou facil e sou teimoso), emociono-me por saber que fiz alguem chorar... Porque a minha vontade todo este tempo nao era mais do que a fazer sorrir.



Nao tenho sido o Invisible Man

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